IT A Coisa: entenda as diferenças dos efeitos visuais nas duas versões

IT A Coisa: entenda as diferenças dos efeitos visuais nas duas versões

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IT A Coisa: entenda as diferenças dos efeitos visuais nas duas versões

O palhaço assassino Pennywise, personagem do filme It A Coisa, colocou medo em muita gente desde que apareceu nas salas de cinema pelo mundo, em setembro de 2017. Em apenas 30 dias em cartaz, o longa faturou US$ 266 milhões e se tornou a maior bilheteria de terror da história.

O que muita gente não sabe é que a história de Pennywise, além de ser adaptada de um livro do escritor Stephen King, já foi contada em um telefilme de 1990, criado especialmente para televisão. Ainda que a primeira adaptação seja considerada um clássico, ela foi criticada por seus efeitos visuais, considerados ruins mesmo para a época.

Quer saber quais são as diferenças dos efeitos visuais em cada versão de IT A Coisa? Leia o post até o fim e descubra também o motivo para o filme ter dado tanto o que falar!

Elenco original do filme “It – Uma Obra-Prima do Medo” (1990). Imagem: toofab

A história

Antes de saber mais sobre os efeitos especiais das duas produções, é hora de conhecer a história de IT A Coisa. O filme apresenta um grupo de sete crianças que vive na cidade de Derry, no Maine (EUA), durante a década de 60 e precisa enfrentar o palhaço Pennywise, que gosta de caçar e devorar crianças.

Trinta anos mais tarde, os amigos precisam se encontrar mais uma vez depois de descobrirem que o palhaço voltou a atacar crianças na cidade e eles são as únicas pessoas que podem enfrentar o vilão.

Adaptar o livro de Stephen King, que tem mais de 1000 páginas, não foi tarefa fácil: a primeira versão foi dividida em duas partes e contou com mais de 3 horas de duração. Já o filme de 2017 focou na história das crianças, enquanto os personagens na fase adulta devem aparecer na continuação prevista para 2019.

Imagem: goathate

Os efeitos da primeira versão

Como foi feito para a televisão, a versão de IT A Coisa de 1990 não recebeu um grande orçamento nem chamou a atenção do público por seus efeitos especiais. A produção apostou mais em efeitos mecânicos e na maquiagem dos personagens, que funcionaram bem para a TV e ajudaram o filme a fazer tanto sucesso.

Como a história foi construída extremamente bem, os efeitos ruins não comprometeram o desenrolar da trama e motivaram a produção do remake com a tecnologia atual.

Imagem: GQ

Os efeitos da segunda versão

As inovações tecnológicas da atualidade, presentes na maior parte dos filmes de terror dos últimos anos, foram muito usados na versão de 2017.

O homem leproso que tenta agarrar Eddie (Jack Dylan Grazer), assim como a pintura de uma mulher que sai do quadro para atacar Stanley (Wyatt Oleff), são alguns dos personagens em CGI (Computer-generated imagery, ou seja, imagens geradas por computador), que fizeram parte do novo filme.

No entanto, o que muita gente não sabe é que o personagem que mais chamou atenção no longa, o palhaço Pennywise, não recebeu tantos efeitos visuais como o público imaginou.

Para uma boa olhada sobre o que acontece por trás das câmeras, veja a análise do Canal Pipocando. O vídeo revela como a produção usou recursos tradicionais (cenários sem fundo verde – Chroma Key), a construção de Pennywise e, é claro, como o olhar psicótico do personagem foi feito.

Os poucos efeitos usados em Pennywise

Inicialmente, o diretor de IT A Coisa, Andres Muschietti, pretendia usar o CGI para construir a aparência de Pennywise, com o objetivo de aumentar o ar sombrio e assustador do palhaço. No entanto, ao ver a atuação de Bill Skarsgård, ator que interpreta o personagem, o diretor percebeu que nenhum efeito visual precisaria ser usado em suas expressões faciais.

Ao deixar os olhos perderem o foco, o ator fazia com que eles apontassem para direções diferentes, dando a impressão de que o palhaço estava usando uma máscara ou de que era manipulado por CGI.

A fala mansa e os gestos lentos de Skarsgård, mais vagarosos que pessoas normais, também davam a sensação de que Pennywise estava recebendo algum efeito criado por computador, mas tudo isso era graças a sua ótima atuação.

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