Você conhece as reais diferenças entre Game e Gamificação?

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Você conhece as reais diferenças entre Game e Gamificação?

Gamificação é um termo que têm ficado em evidência de uns anos para cá e é bem provável que você já tenha ouvido falar dele.

Mas será que você sabe diferenciar um processo gamificado de um game? Acompanhe o post de hoje e aprenda.

Cena do filme Pixels. Imagem: br.hbomax.tv

A bola sozinha é só uma peça, mas vira parte do jogo quando encontra quadra e jogadores. Os elementos de game design também são assim, mas, quando são inseridos no ambiente de trabalho, surge a gamificação. Imagem: equilibrese.catracalivre

O que são experiências ou objetos lúdicos?

Levando em consideração os diversos elementos de design que compõem o que entendemos como jogos — eletrônicos ou não —, é possível pensar em uma variedade de produtos a partir da combinação deles.

Toda combinação desses elementos pode ser considerada uma experiência lúdica porque, de alguma forma, se inspira nos jogos. Porém, nem sempre chega a ser um jogo de fato.

O filme Pixels, por exemplo, empresta uma série de personagens de jogos famosos e sua estética pixelada. Ainda que esses elementos lúdicos estejam presentes, nós temos um filme como produto, e não um jogo.

Parece confuso, mas nós fazemos distinções como essas no dia a dia. Não classificamos a bola como jogo, mas como brinquedo — que é outro tipo de objeto lúdico. Uma vez inserida dentro de uma quadra com outros equipamentos e um conjunto de regras, podemos criar diversos jogos com ela: queimada, basquete, vôlei etc.

Essas regras corroboram para cercar a atividade de uma série de elementos de game design. Pensando no exemplo do basquete, encontramos elementos como a pontuação, a competição e o desafio.

Tanto game como gamificação estão contemplados nesse espectro, e é justamente na presença de um desses elementos que eles se diferenciam.

Como distinguir game de gamificação?

A grande diferença entre game e gamificação é onde eles acontecem. Enquanto os jogos vão exigir do jogador o cumprimento de objetivos num mundo virtual (sem motivação direta no mundo real), a gamificação é criada para aumentar o engajamento de funcionários, clientes e estudantes em tarefas reais, como bater metas, consumir e estudar.

Ela é principalmente utilizada para atribuir um valor extrínseco a uma tarefa que não inspira valor algum às pessoas que deveriam cumpri-la. Então, quando a gamificação entra em jogo, essa tarefa passa a se tornar uma experiência lúdica, até certo ponto uma brincadeira, mas que gera resultados reais.

Um ótimo exemplo para fazer essa distinção são os advergames. Mesmo sendo utilizados para divulgar uma marca, eles não se encaixam no exemplo de gamificação. Isso porque a ação do jogador está circunscrita no mundo virtual do advergame ao invés de se traduzir num maior envolvimento com os produtos da empresa por meio de ações reais.

Por que gamificar uma atividade?

Já aconteceu de você se envolver tanto com um jogo a ponto de perder completamente a noção do tempo? Já se pegou realizando uma tarefa muito repetitiva dentro de um jogo para receber uma recompensa, como matar incontáveis vezes o mesmo monstro para ganhar um item raro?

Pois bem, não foi só você que percebeu isso; as empresas também — tanto o RH como a equipe de marketing.

Elas viram nesse poder uma oportunidade de criar engajamento nas suas atividades internas (no ambiente de trabalho) e externas (na relação do consumidor com a marca).

A maior vantagem da gamificação é fazer com que o consumidor se mantenha engajado com a marca sem que haja um investimento por parte da empresa com recompensas reais. Isso porque o consumidor realizará as atividades propostas pela estratégia de marketing em troca de recompensas virtuais.

É o que acontece com o aplicativo de corrida da Nike. Ele transforma a corrida numa atividade lúdica no momento em que permite que você compare suas performances com as dos seus amigos. Usando a competição, ele faz com que o consumidor fique mais engajado na atividade e se relacione com a marca com maior frequência.

Perceba que o aplicativo em si não é um jogo — é basicamente um banco de dados — e que toda a ação acontece no mundo real e gasta a sola do tênis de verdade.

Esperamos que o nosso post tenha respondido algumas das suas dúvidas sobre gamificação. Acha que seus amigos também podem aprender com o texto de hoje? Então compartilhe nas suas redes sociais! Basta clicar nos botões que estão logo abaixo do título.

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